Quinta-feira, 04 de Junho de 2009

Romance em Poesia

 

 

D.Constança chegou!
D.Inês a acompanhou
Pedro logo que a avistou
Perdidamente se apaixonou.
 
Na Quinta das Lágrimas
Encontros secretos marcavam
Juntos passeavam
E às escondidas namoravam.
 
D.Constança morreu
Quando D.Fernando nasceu
Pedro e Inês a namorar continuaram
E D.Afonso irritaram
 
Enquando D.Pedro caçava
D.Inês em casa os filhos guardava
D.Afonso a oportunidade aproveitou
E matá-la os carrascos… mandou.
 
D.Pedro, Inês decidiu vingar
E dois dos carrascos conseguiu matar
E depois de morta a coroou
E Rainha de Portugal se tornou!
 
Em Alcobaça, dois túmulos mandou construir,
Onde agora estão a dormir!
 
 
 
 
Autores:
Ricardo Costa
Rita Silva
Hélder Mafra
 

Hoje estamos:

publicado por amaltinhadealcobaca às 09:16

Esta foi a nossa forma de reinventar esta história... quisemos ser divertidos e usar a nossa imaginação. Certo é que nos divertimos imenso a escrever e a gravar esta "versão trapalhona" desta bela história de amor!!!!


Hoje estamos:

publicado por amaltinhadealcobaca às 00:12
Quarta-feira, 03 de Junho de 2009

Esta foi a nossa forma de contar a história... esperamos que gostem!

P.S. - Descansa... é com "s"... Pedimos desculpa pelo erro no fim da BD!!! OOOPSSS!


Hoje estamos:
música: A do nosso blog

publicado por amaltinhadealcobaca às 22:33
Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

 

Luís Vaz de Camões  escreveu sobre este amor nos Lusíadas:
Estavas, linda Inês, posta em sossego,
De teus anos colhendo doce fruito,
Naquele engano de alma, ledo e cego,
Que fortuna não deixa durar muito.
Nos saudosos campos do Mondego,
De teus fermosos olhos nunca enxuito,
Aos montes ensinando e ás ervilhas
O nome que no peito escrito tinhas
 
Do teu principe ali te respondiam
As lembraças que na alma lhe moravam,
Que sempre ante seus olhos te traziam,
Quando dos teus fermosos se apartavam;
De noite,em doces sonhos que menriam,
De dia,enfim,cuidava e quanto via
Eram tudo memórias de alegria
 
Assi como a bonina,que cortada
Antes do tempo foi, cândida e bela,
Sendo das mãos lactivas maltratada
Da menina que a trouxe na capela
O cheiro traz perdido e a cor murchada;
Tal está,morta,a pálida donzela,
Secas do rosto as rosas e perdida
A branca e viva cor, co a doce vida
Camões
 
Pesquisa efectuada pelas "Raparigas Curiosas"

música: medieval

publicado por amaltinhadealcobaca às 09:36
Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

 

Paixão Proíbida

 
 
 
 
Do séc. XVII
Uma bela história eu ouvi
De um Pedro e de uma Inês
Um lindo livro eu li
 
Ele com Constança casou
O cupido uma lança lançou
O coração de Inês atravessou
E o drama começou
 
D. Pedro e D. Inês
Felizes queriam ser
Seu amor era proibido
Mas não deixaram de crer
 
Algum tempo mais tarde
D. Constança morreu
Aumentou a paixão
E D. Afonso se enfureceu
 
O amor de ambos
D. Afonso IV não aprovou
E D. Inês de Castro
A Castela regressou
 
Tempo mais tarde voltou
D. Pedro não tinha esquecido
A paixão regressou
Um amor p’ra sempre vivido
 
O rei furioso gritou
E matar Inês mandou
Quando D. Pedro chegou
Muitas lágrimas, derramou
 
D. Pedro jurou vingança
Os carrascos, mandou matar
Quando subiu ao trono
D. Inês foi coroar
 
 
Mariana Pedroso nº13
José Pedro Bugalho nº 10
José Pedro Silvestre nº 11
 


publicado por amaltinhadealcobaca às 09:23
Domingo, 29 de Março de 2009

 

            Inês de Castro nasceu entre 1320 e 1325 na Galiza.

            Viveu parte da sua infância no castelo de Albuquerque, era casada com Afonso Sanchez, filho ilegítimo de D. Diniz.

            D. Constança Manuel, estava prometida ao príncipe de Portugal, D. Pedro.

            Inês de Castro chega a Évora, integrada no séquito de D. Constança, em 1340. D. Afonso IV temendo a relação entre Pedro e Inês, exila-a na fronteira espanhola em 1344. Após a morte de D. Constança volta a Portugal. Tendo vivido com D. Pedro, vem a ter quatro filhos. Viveram em vários locais na zona da Lourinhã, e por fim, em Coimbra no Paço da Rainha Santa ao Convento de Santa Clara – a – Velha.

            Mas a 7 de Janeiro de 1355 temendo esta relação, D. Afonso IV manda assassinar D. Inês de Castro. 

 

                                                                         

Trabalho realizado por:

                            João Gomes nº9 6ºB

                            Ricardo Filipe nº18 6ºB

                            Cláudia Caseiro nº4

 



publicado por amaltinhadealcobaca às 17:52
Quinta-feira, 19 de Março de 2009

 

Durante as aulas de Área de Projecto lemos o giríssimo livro de Vanda Furtado Marques, de Susana Silva Silva e de Inês de Sousa Ferreira. O título do livro é “O amor de Pedro e Inês - Contado aos pequenotes”. Fizemos um reconto sobre a história que vos queremos apresentar.

 

O amor de Pedro e Inês

 

Há muitos anos, no pequeno reino de Portugal, vivia um príncipe chamado Pedro.

Pedro cresceu até que seus pais lhe pediram para casar com a bela e doce Constança, e o belo casamento aconteceu.

Mas os príncipes não se amavam verdadeiramente como nos contos de fadas, pois Pedro não gostava verdadeiramente de Constança.

O príncipe amava Inês de Castro, uma aia de sua esposa que a tinha vindo acompanhar.

Os anos passaram e Constança estava cada vez mais triste, até que um dia morreu ao dar à luz um bebé chamado Fernando.

Depois de Constança morrer, Pedro e Inês ficaram juntos. Deste amor, nasceram quatro filhos, D. Afonso, D. Beatriz, D. Dinis e D. João.

O seu grande problema era D. Afonso IV não gostar de Inês. Por isso, a conselho dos seus homens, mandou executá-la, quando Pedro estava ausente.

Quando Pedro chegou a casa da sua caçada, encontrou o seu amor caído no chão, já sem vida.

D. Pedro ficou destroçado, mas nem por isso cruzou os braços. Mandou matar os assassinos e ordenou que fossem construídos dois túmulos magníficos, um para Inês e outro para quando ele morresse, que foram colocados no belo Mosteiro de Alcobaça.

D. Pedro I estava mais velho, até que chegou a sua hora.

E assim foi… Os dois amados puderam finalmente dormir o sono eterno, frente a frente, nos braços do belo e encantado Mosteiro de Alcobaça.

 

 

 

Vanda Furtado Marques é Alcobacense, é Licenciada em História e História de Arte pela Universidade de Coimbra. É filha de Zulmira Marques também ela historiadora e autora de muitos livros sobre Alcobaça. O livro é recomendado pelo Plano Nacional de Leitura.

Vanda Furtado Marques está a escrever toda uma colecção sobre figuras históricas cntadas aos pequenotes.

Podem encontrá-la aqui.

 

 

Trabalho realizado por:

Mariana Pedroso nº13

José Bugalho nº10

José Silvestre nº11

 



publicado por amaltinhadealcobaca às 19:20
Terça-feira, 17 de Março de 2009

música: A do nosso blog...

publicado por amaltinhadealcobaca às 19:10
Segunda-feira, 16 de Março de 2009

 

 

 

Quando andávamos em pesquisa descobrimos este excerto da ópera Inês de Castro de Niccolò António Zingarelli.

Niccolò António Zingarelli nasceu em Nápoles, Itália a 4 de Abril de 1752 e faleceu a 5 de Maio de 1837. Ficou conhecido pelas suas inúmeras óperas. Escreveu esta Ópera sobre o amor de D. Pedro e D. Inês  e apresentou-a pela primeira vez em  1803 em Milão.

foi um compositor muito admirado na sua época. Ficou muito conhecido  curiosamente devido a uma outra ópera que contava também uma história trágica de amor... Romeu e Julieta.

Aqui fica um excerto que esperamos gostem...

 


música: Ópera Inês de Castro de Nicollò Zingarelli

publicado por amaltinhadealcobaca às 18:58
Domingo, 15 de Março de 2009

D. Pedro I, infante de Portugal, era filho do rei D. Afonso IV e de D. Beatriz de Castela.
Em criança foi-lhe prometido casamento com a princesa D. Branca, filha do Infante D. Pedro de Castela, prima do rei Afonso XI e neta de Sancho IV de Castela e D. Maria Molina. Era um casamento político que acabou por não se consumar, pois a jovem D. Branca, aos 14 anos, mostrava-se tão fraca e doente que o Infante se recusou a casar com ela.
Terminado este triste episódio, D. Afonso IV voltou de novo a tentar arranjar- lhe noiva, escolhendo D. Constança Manoel, filha do grande fidalgo D. Joao Manoel, cronista e poeta, senhor de várias vilas e castelos. Depois de tempos atribulados e de muitas intrigas pelo meio conseguiu-se enfim concretizar o casamento, entrando em Portugal D. Constança, com as honrarias devidas a um descendente dos reis de Castela, Leão e Aragão.
Ao Infante, no entanto, não agradou muito este enlace, pois queria ter sido ele a escolher noiva.
Este casamento por conveniência levou a que o Infante se afastasse da esposa, passando os dias a folgar e caçar nas terras de Touguia.
A vida de D. Pedro continuava assim afogada em excessos até que um dia seus olhos pousaram na dama de companhia de D. Constança que o entonteceram de tal maneira que pensou em nunca mais a abandonar.
O escândalo tomou tais proporções que a esposa , D. Constança, resolveu convidar D. Inês para madrinha do filho que tinha no ventre pois considerava que este parentesco espiritual os afastaria.
Porém, tal decisão não teve a eficácia necessária, pois D. Pedro, de carácter extremamente apaixonado e arrebatado, não vergava a nada que impedisse a concretização dessa paixão.
O    seu amor excedeu de tal modo que o escândalo estalou na corte e o rei D.Afonso IV forçou a amante do filho a sair do país. Inês escondeu-se no castelo de Albuquerque, próximo da fronteira portuguesa, situado no alto de uma escarpa, a poucos quilómetros do Alentejo.
Fora construído por D. Afonso Sanches, filho bastardo de D. Dinis e familiar de D. Inês, pois aí tinha sido criada pela tia D. Teresa de Alburquerque, desde tenra idade.
Foi no entanto, uma afronta a D. Afonso IV que sempre odiou esse irmão bastardo, a quem culpava das desavenças tidas com o pai, o rei D. Dinis.
Entretanto, nem a distancia foi obstáculo aos dois amantes, visto que continuaram a corresponder-se por intermédio de várias pessoas.
Em 1354, D. Constança morre ao dar à luz o terceiro filho. D. Pedro fica então liberto para ir buscar a sua amada. Preso como estava a um casamento que não procurara nem queria, viu na morte da esposa a sua libertação.
Logo a seguir à morte da sua esposa, D. Pedro traz D. Inês para Portugal e leva-a para as terras da Lourinhã que eram muito do seu agrado. Instala-a numa quinta em Moledo, nas proximidades do Paço da Serra, onde ele passava os seus tempos de lazer. Viveram separados algum tempo e depois juntos, quer nesta duas localidades, quer em Touguia.
Foram tempos felizes, apesar dos murmúrios do povo, que não via com bons olhos a espanhola. Consideravam que a formosa dama era uma filha bastarda do poderoso fidalgo galego Pedro Fernandez de Castro e os seus irmãos, Álvaro Pires de Castro e Fernando de Castro não escondiam as suas ambições em relação ao poder. Seguindo em Castela o partido do senhor de Alburquerque, que se colocara contra o soberano castelhano, contribuíram para a má relação entre Portugal e Castela. Ambicionando submeter à sua influência os dois reinos peninsulares. Conseguiram que D. Pedro se declarasse pretendente às coroas de Leão e Castela, o que deixou D. Afonso IV desgostoso, pois queria Portugal independente e neutral das lutas castelhanas.
Por outro lado, Afonso IV via com apreensão a existência dos filhos bastardos de D. Pedro, que considerava de mau prenúncio para a paz interna do pais.
Esta agudizou-se com o aparecimento da "peste" que apavorava toda a gente. Então, os mais medrosos, diziam ser um "mau olhado" e culpavam D. Inês de todo o mal.
O reino até então próspero, começa a empobrecer e o medo invade as populações. D. Afonso IV, para minimizar a crise, publica e faz cumprir as "Leis do Trabalho', mas a situação continuava difícil e sem solução à vista. Os campos que tinham sido férteis, encontravam-se abandonados e as populações apavoradas com a peste, fogem sem destino.
Neste clima, D. Pedro resolve partir com D. Inês e leva-a para os arredores do Porto, para Canidelo, onde a instala com todas as honras e comodidades.
Entretanto o descontentamento aumenta à medida que o escândalo dos amores prossegue. Os conselheiros falam que D. Pedro está dominado pelos irmãos de Inês e a sua amizade torna-se cada vez mais preocupante – facto comprovado por várias doações e nomeações feitas àquela família, tendo chegado Álvaro Pires de Castro a Condestável do Reino. A desconfiança alastra e o ódio aos Castros também.
Tempos depois, já os dois amantes não estão em Canidelo, mas em Coimbra, numa quinta próxima do Mosteiro de Santa Clara, o que foi muito mal aceite pelo povo, que não via com bons olhos aqueles amores adúlteros, principalmente por se passarem junto ao Convento de Santa Clara, onde a bondosa rainha D. Isabel de Aragão vivera e se tornara santa. Mas a eles nada importava senão o seu amor...
Os notáveis do reino temiam cada vez mais a poderosa influência dos Castros e insistem com o rei que a única solução é acabar com a vida de Inês.
Os conselheiros Pedro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco pressentiram o perigo e temiam que os intriguistas e ambiciosos irmãos da espanhola levassem D. Pedro a ser um mau rei e receavam pela vida do pequeno Infante D. Fernando, o filho legitimo de D. Pedro e D. Constança e futuro rei de Portugal. Nos primeiros dias de Janeiro de 1355 planeiam a morte de Inês no Castelo de Montemor-o-Velho e pedem ao rei a sua anuência.
O rei ficou dividido entre as razões do Estado e o sentimento familiar. Acaba por vencer a razão do Estado... e assim, no dia 7 de Janeiro desse mesmo ano, D. Afonso IV mete-se a caminho de Coimbra, acompanhado de gente armada, para matar a adúltera.
Conta-se que um facto estranho se passou em Coimbra nessa triste madrugada... Antes da partida de D. Pedro para a caça, algo aconteceu: foi um pressentimento do que iria suceder. Quando o Infante e os seus homens se preparavam para sair, um velho cão negro, de aspecto feroz, destacou-se da matilha e enfurecido por qualquer força estranha, correu em direcção a Inês. A fera estava horrível, com um brilho demoníaco nos olhos, a boca a espumar, os dentes a brilhar, pronta a atacar...
O príncipe e os seus homens ficaram petrificados, mas de repente, D. Pedro, decidido, avançou com a espada e de um só golpe degolou a fera, que veio a cair cambaleante aos pés de Inês salpicando-lhe o traje de gotas de sangue. Um pavor supersticioso gelou o ambiente... D. Inês ficou só... e um grande temor a inundou. Ao menor barulho o coração tremia como que adivinhasse a tragédia.
E ela iria consumar­-se. O rei D. Afonso IV e os seus conselheiros entram no paço e apesar das súplicas da “mísera e mesquinha” a tragédia desenrola-se... não sem que o rei hesite, angustiado, perante a fragilidade da dama e os choros das crianças... Inês é finalmente assassinada.
Após o assassínio, D. Inês foi levada para a igreja de Santa Clara e foi enterrada no dia 7 de Janeiro de 1355. Estava consumada a tragédia...
Ao ter conhecimento do bárbaro feito, a reacção de D. Pedro foi violenta: levantou um exército contra o rei, seu pai e entre os seus apoiantes. D. Afonso IV marchou para o norte à frente das suas tropas e só a intervenção da rainha D. Beatriz, D. Pedro assinou a paz com o pai.
Em 1357 morreu D. Afonso IV e D. Pedro subiu finalmente subiu ao trono. Este procurou de imediato reaver os assassinos de D. Inês que se encontravam refugiados em Castela. Graças a um contrato com o primo D. Pedro de Castela, D. Pedro I, conseguiu a extradição de Pedro Coelho e Álvaro Gonçalves, já que Diogo Lopes Pacheco conseguira fugir a tempo para Aragão e posteriormente para França.
Foram entregues ao rei, em Santarém. Este, desejoso de vingança, mandou tirar o coração pelo peito a Pero Coelho e pelas costas a Álvaro Gonçalves. Depois, reza a história, não contente com isso pediu que lhe trouxessem cebola e vinagre e segundo a lenda teria trincado os corações.
Entretanto, D. Pedro mandou construir um belo túmulo destinado a recolher os restos mortais daquela que, segundo afirmou, fora sua esposa e que queria dignificada depois da morte.


publicado por amaltinhadealcobaca às 18:08
Sexta-feira, 13 de Março de 2009

 

O Amor de D. Inês

 

Inês, Inês

Que bela, linda Inês.

Os seus cabelos loiros

Que renascem de uma só vez.

 

Inês, aia de Constança,

Com os seus lindos vestidos

E alguma esperança

Feita de tecidos.

 

Três carrascos mandados pelo Rei

Mataram a linda Inês

E fizeram com que alguém,

         Chorasse outra vez.

 

Foi na Quinta das Lágrimas

Que Inês chorou pela última vez.

E lá estão derramadas.

As lágrimas de Inês.

 

 

 

        Trabalho realizado por: Repórteres Maravilhas

         Alexandra nº1

Inês nº 6

     Pedro nº 14

 

 

 

Temos Poetas... e logo inspirados pela tragédia de amor de D. Pedro e D. Inês...


Hoje estamos: Do melhor...

publicado por amaltinhadealcobaca às 08:56
Quinta-feira, 12 de Março de 2009

 

 

 

 

 

 

 

Este lindo Poema foi escrito pelas "poetisas" Maria Teresa, Melanie e Joana, as nossas raparigas curiosas... elas também andam a ensaiar uma música para cantar...por aqui! Vamos descobrir novos talentos... acreditem!

 

 

 


música: Medieval... ao gosto de D. Inês...

publicado por amaltinhadealcobaca às 09:21
Terça-feira, 03 de Março de 2009

 

 

 

 

D. Pedro I, adoeceu, gravemente, em Estremoz, vindo a morrer a 18 de Janeiro de 1367com 46 anos, de idade que o colocava dentro parâmetros da esperança de vida média para o sexo masculino.

O episódio da vida do rei: adoecia, teve uma dor, lembra-se de perdoar a Lopes Pacheco, redige o testamento de que se citam as dádivas aos filhos e morre numa segunda-feira, não estando perto o herdeiro, Fernando, pelo que o corpo só vai a enterrar na quarta-feira seguinte, para Alcobaça.

No texto do testamento são conhecidas as quantias que deixou e que assim ficaram distribuídas: para os seus filhos com D. Inês de Castro, o rei deixava a quinta do Canidelo, outrora de D. Inês e onde, possivelmente passaram algum tempo juntos, e uma alta soma em libras para cada infante, onde se destacam as cem mil libras para o «casamento» destinadas a D. Beatriz.

Por exemplo, é possível avançar com algumas datações relacionadas com a sua construção: deve ser considerado um intervalo de tempo entre 1358 e 1361 como o período onde se situa a construção do túmulo de D. Inês.  

 

Pesquisa realizada por:

Ângela Cavém nº 2

Bernardo Bento nº 3

Joana Marta nº 8



publicado por amaltinhadealcobaca às 18:18
Segunda-feira, 02 de Março de 2009

Este lindo poema foi encontrado pelas nossas "Raparigas Curiosas" durante as suas pesquisas sobre D. Inês. Elas gostaram tanto que resolveram partilhá-lo connosco, não é verdade Joana, Mel e Teresa???

 

 

A linda Inês de manto

 

  

Teceram-lhe o manto

para ser de morta

assim como o pranto

se tece na roca

 

Assim como o trono

e como o espaldar

foi igual o modo

de a chorar

 

Se a morte trouxe

todo o veludo

no corte da roupa

no cinto justo

 

Também com o choro

lhe deram um estrado

um firmal de ouro

um corpo exumado

 

O vestido dado

Como a choravam

Era de brocado

Não era escarlata

 

Também de pranto

A vestiram toda

Era como um manto

Mais fino que a roupa

 

 

Fiama Hasse Pais Brandão, Barcas Novas - 1967

 



publicado por amaltinhadealcobaca às 15:19
Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009

Apresentação de A_P_ (D_PedroI e D_Inês)


música: Medieval

publicado por amaltinhadealcobaca às 09:27
Sábado, 13 de Dezembro de 2008

Ora aqui está a nossa fonte de inspiração para criar este blog.

Agora vamos... AO TRABALHO!



publicado por amaltinhadealcobaca às 16:01
Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

Olá! Somos a Turma do 6ºB da Escola Básica 2,3 Frei Estêvão Martins de Alcobaça.

Resolvemos criar este blog, no âmbito da Área Curricular não Disciplinar de Área de Projecto.  Porquê?

Em primeiro lugar porque já tinhamos um blog. Sim, temos um blog desde o ano passado, foi criado por nós e pela "chefe" (quer dizer- a nossa D.T.) Podem visitá-lo, está em http://amaltinhadealcobaca.blogs.sapo.pt/

Depois chegou-nos aos ouvidos o Concurso Inês de Castro... e pensámos... somos de Alcobaça... ora seria muito, mas muito interessante concorrer... até temos tudo a ver com a D. Inês de Castro já que ela repousa para todo o sempre em frente ao seu amado D. Pedro no nosso bem amado Mosteiro. Tinha tudo a ver...

Pusemos mãos à obra, andámos a investigar e agora vamos contar-vos histórias sobre os amores de D. Pedro e D. Inês.

Esperamos que gostem!


Hoje estamos: empolgados
música: Medieval (como convém)

publicado por amaltinhadealcobaca às 15:14
Este blog foi criado no âmbito do Concurso Inês de Castro promovido pelo Plano Nacional de Leitura e pea fundação Inês de Castro.
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